ORGÂNICOS: Pesquisa revela que 31% dos brasileiros os consomem


 
Conheci o site da ORGANIS e encontrei o que todo interessado por esse assunto procura. Parcerias, feiras, matérias e um vasto material com total embasamento. Deixo abaixo uma das pesquisas publicadas e os convido para acessar e desfrutar desse excelente portal.
 


Sondagem de âmbito nacional realizada pela Organis aponta a preocupação com a saúde na pandemia como um dos principais motivos deste crescimento.

Mas as revelações não param por aí.


Os desafios da crise sanitária colocaram a preocupação com a saúde no centro das atenções do consumidor, especialmente quanto ao quesito alimentação. Esse cuidado com a qualidade do que se leva à mesa ampliou-se entre os brasileiros nos últimos dois anos e comprovou que a palavra “orgânico” se tornou, praticamente, um sinônimo de “saudável”.


Essas e outras revelações estão na Pesquisa Organis, realizada em parceria com a Brain Inteligência Estratégica e com o apoio da Unir Orgânicos. Segundo o estudo, 31% dos brasileiros declararam consumir algum item orgânico nos últimos 30 dias. Um sólido aumento de 63% em relação à pesquisa de 2019, quando 19% das pessoas declaram consumir alimentos orgânicos. Os itens mais consumidos continuam sendo hortifruti, com 75% da preferência.


A maioria, 73% dos entrevistados, afirmou ter aumentado o consumo de orgânicos por ser mais saudável ou para melhorar a saúde. Mais que isso, consolida-se entre todos os públicos, segundo os números da Pesquisa Organis, o conhecimento sobre os diferenciais dos alimentos orgânicos, entre eles o fato de serem cultivados sem agrotóxicos, adubos químicos, antibióticos, hormônios, ou qualquer técnica que reduza o seu sabor, cor, aroma, textura e poder nutricional.


Para Cobi Cruz, diretor da Organis, os números confirmam o que os envolvidos no ambiente dos orgânicos já percebiam: “Era bem visível o aumento de movimento, tanto para o produtor, como para o consumidor que frequenta as feiras ou o lojista que vivencia o dia a dia da demanda”, explica ele. E completa ressaltando que a pesquisa veio mostrar que esse o fenômeno é abrangente e não apenas limitado a um estado ou classe social específica. “Daí a importância de uma pesquisa nacional desse porte, para não nos iludirmos com crescimentos pontuais em determinadas regiões, especialmente em um país das dimensões do Brasil”, explica Cobi Cruz.


Outro dado revelador no universo dos consumidores de orgânicos é seu engajamento acima da média em atitudes conservacionistas, como, por exemplo, a separação do lixo, a preservação das florestas e o apoio à produção local.




Apesar do alto crescimento, o fator econômico se mostra o empecilho principal para um aumento ainda maior. A Pesquisa Organis mostra que, para 67% dos brasileiros, os alimentos orgânicos são caros ou muito caros, apesar de reconhecerem que os preços cobrados são justificados, em razão do custo de produção maior. Para comprovar a fidelidade dos consumidores desse segmento, basta observar que apenas 11% declararam ter reduzido o consumo de orgânicos, mesmo com a crise financeira que acompanhou a pandemia do

Covid-19.


Uma das grandes virtudes da pesquisa é ser praticamente a única fonte de informações sobre a relação entre os consumidores e os diversos tipos de pontos de venda, entre eles supermercados, feiras e lojas exclusivas dos segmentos. Outro ponto alto são as diversas projeções, já que foram elaboradas várias questões sobre a disposição das pessoas em relação a esse mercado e suas intenções no futuro.


Uma versão condensada da Pesquisa está à disposição no portal da Organis: Pesquisa Organis, assim como o link para quem quiser ter acesso à versão completa.










 

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Dantas Sólo | Da redação